terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Bíblia LTT-2017 Grátis, download: PDF (A4)




O TT, o Texto Tradicional, é composto do Texto Massorético (ou TM, o texto hebraico perfeitamente inspirado desde suas origens e perfeitamente preservado em manuscritos durante milênios em ininterrupto uso pelos fiéis e verdadeiros
 judeus, passando por Esdras, até ser conhecido pelo nome de Texto de Ben Chayyim, sendo impresso pela primeira vez por Daniel Bomberg em 1524-1525), e o TT é também composto do Textus Receptus (ou TR, o texto grego perfeitamente inspirado desde suas origens e perfeitamente preservado em manuscritos durante séculos em ininterrupto uso pelos fiéis e verdadeiros cristãos, passando pela Síria, Macedônia + Ásia Menor + Ponto, e vales do Piedmont (= "Aos Pés das


Montanhas" [Alpes]), na Itália e na Suíça, sendo impresso pela primeira vez por Erasmo de Roterdã em 1516, inicialmente com pequenas imperfeições tipográficas que só foram totalmente sanadas na sua 3ª edição, em 1522).  Note que, contando-se apenas no NT, há cerca de 10.000 diferenças de palavras entre o corrompido Texto Crítico (ou TC), de Westcott-Hort (W-H, em 1881) e seguidores) relação ao TR, muitas centenas delas graves, muitas dezenas gravíssimas; há milhares de diferenças entre este TC de W-H e outros TC's (TC's tais como as 28 diferentes edições de Nestle- Aland); no entanto, todas as formas finais das impressões do TR são praticamente idênticas: por exemplo, entre o TR de Stephanus- 1550 e o TR (publicado por Scrivener somente em 1894) e tido como a base da King James Bible (KJB) de 1611, um computador encontra diferenças somente em 283 palavras, sendo 263 dessas diferenças minúsculas questões de acentuação (similares a "Hélio" e "Helio") ou de grafia (similares a "assovio" e "assobio") ou de ordem de palavras (similares a "rio profundo" e "profundo rio"), diferenças tão pequeninas que são impossíveis de transparecer depois da tradução; nos restantes 20 casos, bem conhecidos, de diferenças que transparecem numa tradução (note que são de zero importância doutrinária), nós seguimos o TR da KJB-1611 e registramos esses fatos.  
Mais precisamente, o Textus Receptus absolutamente perfeito foi o formado nas mentes (mas não impresso nem publicado) dos 47 (ou mais) tradutores da King James Bible (KJB) de 1611, sendo tal compilação do TR praticamente (mas não totalmente) idêntica ao TR de Scrivener-1894, que é praticamente idêntico ao TR de Beza 1598 e aos TR's de Stephanus de 1550 e 1551, que são praticamente idênticos ao TR de Erasmo (suas 3ª, 4ª e 5ª edições).   
Traduções para o português: Basicamente não tinham nenhuma infiltração do TC (mesmo havendo outros corruptores antes de Westcott-Hort, a começar por Griesbach 1774, mesmo tendo pouca repercussão) sobre a obra original de Almeida: da British and Foreign Bible Society: a Almeida Revisada e Reformada 1869 e 1872, e a Almeida Revista e Correcta 1877; da American Bible Society: as Almeidas 1848, 1850, 1860, 1869/1870 e 1883; e da Trinitarian Bible Society (TBS): a Almeida Revista e Reformada (T. Boys) 1847 e 1947/1948. Note que a atual Almeida Revista e Corrigida (ARC) da SBB tem mais de 140 infiltrações do TC, a ARC da IBB tem mais de 120, e a ARC da Casa Publicadora Paulista (CPP, da A. de Deus), tem mais de 40.   
Todas as outras bíblias em português que estão sendo presentemente impressas e publicadas no Brasil (ARA (Almeida Revista e Atualizada), NVI (Nova Versão Internacional), etc.), King James em Português (KJP-2007), e paráfrases (NTLH, Viva, etc.) e Bíblias católico- ecumênicas (Jerusalém, etc.) são inaceitavelmente alexandrinas, basicamente fundadas em algum extremamente corrompido TC, substancialmente diferindo das Bíblias do TT em muitos milhares de palavras.  
NÃO estamos desejando que nosso trabalho (a LTT) (nem nenhuma Bíblia nova e diferente da ACF- 2011, mesmo que baseada no TT) venha a ser a Bíblia adotada como a única (ou a principal, ou uma das usuais) a ser pregada e lida em público, e memorizada pelas assembleias e crentes mais defensores da Palavra de Deus: Pela maior ênfase em literalidade, propositadamente fizemos nosso trabalho de um tal modo que provavelmente será considerado, por algumas pessoas, como de português não muito fluido e nem muito natural para tal uso. O que gostaríamos de ver é a ACF- 2011 ser ainda mais aperfeiçoada na sua literalidade e fidelidade ao Texto Tradicional, e às Bíblias João Ferreira de Almeida 1681/1693 e 1753, e à KJB- 1611. E, assim, ela, a ACF- 2011, continuar cada vez mais a ser a Bíblia adotada, a única lida em público e memorizada pelos crentes mais defensores da Palavra de Deus. Também gostaríamos de ver nosso trabalho, a LTT, ser primariamente usado em raros casos especiais, para estudo em privado, por alguns crentes que (não sabendo as línguas originais, ou não tendo dicionários/ léxicos e gramáticas de tais línguas ao alcance, ou não querendo usá-los, nem tendo acesso às grandes traduções fiéis do TT para outros idiomas que conheça) desejarem entender melhor uma rara palavra ou expressão da ACF- 2011, cujo sentido não lhes esteja perfeitamente claro. Esperamos que a LTT seja a melhor AMIGA a justificar a ACF-2011 em todos os versos (tal como a YLT, Berry, Green, Smith, o são da KJB). Se nosso trabalho puder ajudar aos crentes pelo menos em alguns dos casos em que deveria fazê-lo, já estaremos satisfeitos.  
Cremos que: a) cada palavrinha do TT- 1611 (o Texto Tradicional- 1611, isto é, aquele hebraico e grego que embasam a King James Bible- 1611) não têm sequer 1 mm de erro, cada palavra do TT-1611 sendo perfeita em cada letra; b) a KJB- 1611, por ser tradução perfeitamente fiel e competente de a perfeitamente inspirada e perfeitamente preservada Palavra de Deus (o TT- 1611, em hebraico e grego), também é a inspirada e perfeita Palavra de Deus, agora em inglês; c) e que a KJB- 1611 não tem nem mesmo 1 franco (indiscutível, grosseiro, indesculpável) erro ou falha. Em mais de 20 anos examinando os muitos ataques à KJB- 1611, nunca vimos nenhum deles ter razão, nunca vimos sequer 1 franco erro em sequer 1 das suas 788.280 palavras (afora títulos).  

Mas não cremos que a inspiração e total ausência de erro e falha de uma tradução proíbam que uma sua certa palavra (por exemplo "batismo"), mesmo de modo nenhum estando em franco/ grosseiro/ consciente/ proposital erro, poderia também ser traduzida por um seu sinônimo (por exemplo "submersão"), com algumas vantagens. Assim, se a KJB- 1611, a Almeida- 1681/1693 e 1753, a ACF- 2011, a Reina- Valera- 1602, a Reina- Valera- Gomez 2004 e 2010, etc., somente diferissem uma da outra em coisas tais como uma ter "lives in", outra ter "mora em", outra ter o sinônimo "reside em", outra ter outro sinônimo "habita em", etc., então aceitaríamos todas essas Bíblias como, igualmente, as 100% inspiradas e 100% infalíveis e inerráveis traduções absolutamente perfeitas da perfeita Palavra de Deus; e chamaríamos a cada uma dessas Bíblias de "a verbalmente inspirada, a infalível, a inerrável, a supremamente pura e perfeita Palavra de Deus, para os povos da língua daquela tradução."  



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